A disputa pelo mercado de jogos no PC acaba de ganhar um capítulo emocionante em 2026. Michał Kiciński, cofundador da CD Projekt e da própria plataforma, assumiu oficialmente o controle total da GOG com uma missão clara: resgatar as raízes da loja e oferecer uma alternativa real à hegemonia da Steam.
Em entrevista recente ao portal GamesIndustry.biz, Kiciński não escondeu a ambição. O objetivo não é tentar copiar a Valve, mas sim focar no que a GOG faz melhor: a preservação de clássicos e a liberdade total do jogador através da política DRM-Free (sem travas digitais).
O plano da GOG para vencer a “Guerra das Lojas”
Para a nova gestão, a Steam é um “Golias” imbatível em escala, mas a GOG pode vencer pela especialização. A estratégia para este ano será baseada em três pilares fundamentais detalhados pelo novo proprietário:
- O Fim do DRM: Kiciński descreve o DRM como o “demônio” que complica a vida do consumidor legal. A GOG continuará sendo o porto seguro onde o jogo que você compra é seu de verdade, podendo ser jogado offline e sem depender de launchers.
- Seguindo os passos da Nightdive: Assim como a famosa Nightdive Studios, a GOG vai investir pesado em restaurar jogos antigos que “sumiram” das prateleiras digitais por problemas técnicos ou de licenciamento.
- Curadoria sobre Quantidade: Ao contrário da Steam, que lança centenas de jogos diariamente, a GOG focará em uma lista selecionada de títulos de alta qualidade, garantindo que cada game funcione perfeitamente em hardwares modernos.
Independência e Preservação em 2026
Agora totalmente independente da CD Projekt (que vendeu a loja para focar em The Witcher 4 e Cyberpunk 2), a GOG tem “as rédeas do seu próprio destino”. Kiciński acredita que a facilidade de uso da Steam é o que a mantém no topo, e promete melhorias na infraestrutura da GOG para tornar a experiência do usuário tão fluida quanto a da concorrente.
“Não estamos aqui para lutar contra o preço ou títulos AAA, mas para oferecer algo único que os gamers valorizam: a propriedade real dos seus jogos”, afirmou o executivo.
E você, prefere a conveniência da Steam ou a liberdade sem DRM da GOG? Acha que focar em clássicos e preservação é o caminho certo para 2026? Deixe o seu comentário abaixo e vamos debater o futuro do PC Gaming!






