A nova liderança da divisão Xbox chegou tentando passar uma mensagem clara de estabilidade e respeito ao trabalho criativo. Em sua primeira comunicação interna importante, ela afirmou que não há planos de demissões ou fechamento de estúdios ligados à marca, nem de cancelamento em massa de projetos em andamento. A ideia é dar segurança às equipes depois de anos em que a indústria de jogos foi marcada por cortes frequentes.
“Jogos são arte feita por pessoas”
Outro ponto forte do discurso foi a posição em relação ao uso de inteligência artificial. A executiva destacou que jogos do Xbox continuarão sendo tratados como arte feita por humanos, com roteiristas, artistas, designers e desenvolvedores no centro da criação. A IA pode aparecer como ferramenta de apoio em áreas técnicas ou operacionais, mas não como substituta do time criativo, nem como atalho para encher o catálogo com produtos genéricos.
Objetivo: recuperar a confiança
A mensagem também fala em “retomar o Xbox” para jogadores e criadores, indicando uma intenção de reconstruir a confiança na marca. Isso passa por dar tempo e estrutura para os estúdios trabalharem, evitar decisões bruscas que derrubem projetos já anunciados e, ao mesmo tempo, mostrar ao público que o foco será em jogos com identidade própria — e não apenas em experimentos feitos às pressas para seguir tendências.
Se essas promessas vão se cumprir na prática ainda é algo que só o tempo vai mostrar, mas o recado é direto: estabilidade para os times e prioridade para jogos com alma humana, mesmo em um cenário em que a IA ganha espaço em toda a indústria.
E você: acredita que o Xbox vai conseguir virar essa página de vez, ou acha que essa promessa chega tarde demais depois de tantos cortes e mudanças nos últimos anos? Comenta aí o que você espera da marca daqui para frente.






